«r u í d o s»

Rádio na internet? Não! Audiências de rádio? Também não? Talvez a publicidade? Nem pensar! E a estruturação das empresas de rádio? Nada. Apenas jornalismo e ensino do jornalismo radiofónico!

Se muestran los artículos pertenecientes a Marzo de 2005.

01/03/2005

A angústia do guarda-redes antes do...

A rede começou a funcionar!
E não podia ter começado a funcionar de uma forma melhor! "Conheci", através da rede de contactos que a internet estabelece e a ComuniModo potencializa, a autora do blogue Radio Nocturna. Maria José Rivera está a preparar o seu doutoramento em Pontevedra, com uma tese sobre os programas nocturnos com participação de ouvintes (espero ter percebido o seu galego...). Maria José contactou-me, propondo uma colaboração mútua. Eu disponibilizei-me logo para a ajudar (e mandei-lhe vários emails), mas quando tive de escrever em que é que ela me podia ajudar... senti a angústia do guarda-redes antes do penalti!
Espera um pouco, Maria José, antes de atirares para o golo. Entretanto vou rematando eu...
01/03/2005 22:44 Enlace permanente. Tema: O tema. Qual tema? No hay comentarios. Comentar.

03/03/2005

Segundo Jean-Jacques Jespers

"Quanto mais longa é a frase, mais aumenta o número de hipóteses sucessivas formuladas pelo cérebro do ouvinte antes de chegar à hipótese correcta, e mais riscos se corre de esquecer uma parte dos elementos ou de os interpretar mal. Como o ouvinte não pode voltar atrás para «gravar» os elementos que faltam ou defeituosos, arrisca-se a todo o momento a formular hipóteses erradas.
É preciso, portanto, reduzir ao mínimo o número de hipóteses intermediárias (incompletas ou falsas) formuladas pelo cérebro e encurtar o tempo de formulação da hipótese-final sobre o significado da frase. Ter-se-á cuidado de elaborar frases (ou enunciados independentes) que não tenham mais de sete elementos significantes, ou seja, contando as palavras acessórias, não mais de 15, o que corresponde a 6 ou 7 segundos de enunciado em voz alta. Chamemos a este princípio: maximum 15
".

JESPERS, Jean-Jacques, Jornalismo Televisivo, Minerva, Coimbra, 1998, pág. 106.
03/03/2005 23:57 Enlace permanente. Tema: R - «ruído» No hay comentarios. Comentar.

04/03/2005

Segundo Merayo Pérez

"El primer problema de los locutores radica en convencerse de que la mayor parte de sus oyentes utiliza un lenguage más sencillo que el que los mismos locutores suelen emplear".
MERAYO PÉREZ, Arturo, Para entender la radio, Universidad Pontificia de Salamanca, Salamanca, 2000, pág. 113.
04/03/2005 08:21 Enlace permanente. Tema: R - «ruído» No hay comentarios. Comentar.

El lenguaje seductor de la radio

"La radio es el medio sonoro por excelencia. Es, siguiendo a McLuhan, la extensión de la boca, de la laringe, los pulmones del hombre; pero, más aún, es el altavoz del cerebro humano. ¡Qué mejor instrumento para el habla!"

continua aqui..
04/03/2005 16:39 Enlace permanente. Tema: A linguagem No hay comentarios. Comentar.

Los principales errores que debe evitar...

... todo locutor de informativos radiofónicos: un estudio prático

Emma Rodero Antón, Universidad Pontificia de Salamanca

Tudo aqui.
04/03/2005 16:45 Enlace permanente. Tema: A linguagem No hay comentarios. Comentar.

Los principales errores que debe evitar todo locutor

04/03/2005 16:50 Enlace permanente. Tema: R - Locução No hay comentarios. Comentar.

Dimensión audiovisual del idioma

"Las diversas formas que adquiere el idioma a lformar parte del nuevo escenario audiovisual es el núcleo central de este artículo. No obstante, la visión del profesor Cebrián Herreros no se desarrolla a partir de posiciones lingüísticas sino comunicacionales. Como el autor indica, "se trata de analizar la flexibilidad del idioma para adaptarse a los requisitos impuestos y a la vez la aportación que ofrece para resaltar los procesos comunicativos". "

Mariano Cebrián Herreros
(continua aqui)
04/03/2005 17:02 Enlace permanente. Tema: R - Locução No hay comentarios. Comentar.

AMP, AB, CH, RH, ERA, EM, AC e EP!

Quem vai guiar este trabalho (se ele seguir o caminho da análise do "ruído")? Na ausência de estudos portugueses, e perante um desconhecimento de autores norte-americanos, é provável que haja uma focalização em autores de Espanha ou que se expressam em castelhano. Não só mas também. Arturo Merayo Pérez, Armand Balsebre, Cebrián Herreros, Ricardo Haye, Emma Rodero Antón são alguns desses exemplos. No Brasil, Eduardo Meditsch, claro (mas também Gisela Ortriwano). Em Inglaterra Andrew Crisell ("Understand Radio" é obrigatório). E o meu preferido: Emili(o) Prado! Escreveu, destes todos, o livro mais pequeno, simples e revolucionário!

PS - faltam aqui os que (ainda?) não conheço ou os que conheço mal, como Faus Belau, por exemplo...

05/03/2005

Uma página a seguir com atenção

05/03/2005 13:08 Enlace permanente. Tema: Pesquisas No hay comentarios. Comentar.




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Marzo 2005 | «r u í d o s»
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